[LANÇAMENTOS] Editora Arqueiro



Boa tarde leitores!
Seguem as novidades da Editora queridinha de todos, Arqueiro. Já aviso que vi Abbi Glines ai... ♥
Boas leituras. 


“Clare Swatman nos faz rir, suspirar e chorar com este romance comovente. Ela escreve com confiança e estilo, mesclando os tradicionais dilemas de amor, perda, arrependimento e redenção em uma história provocadora e habilmente construída.” – Lancashire Post


Quando o marido de Zoe morre, o mundo dela desaba. Mas e se fosse possível tê-lo de volta?
Numa fatídica manhã, Ed e Zoe têm uma discussão terrível, algo recorrente no seu casamento em crise, e ela acaba se despedindo de forma brusca quando ele sai para o trabalho.
Pouco tempo depois, um ônibus acerta a bicicleta de Ed, matando-o e deixando Zoe arrasada por não ter lhe dito quanto o amava. Se tivessem ficado mais um pouco juntos aquela manhã, ele ainda estaria vivo? Será que poderiam ter reconstruído o amor que os unira?
Após dois meses, Zoe ainda não conseguiu se conformar. De luto, decide cuidar do jardim do marido, quando acaba caindo e desmaiando. Então, algo estranho acontece: ao acordar, ela está em 1993, no dia em que conheceu Ed na faculdade.
A partir desse instante, Zoe passa a reviver momentos cruciais de sua vida e percebe que talvez tenha conseguido uma segunda chance: uma oportunidade de fazer tudo diferente, de focar naquilo que realmente importa, de mudar os rumos do relacionamento – e, quem sabe, o destino de seu grande amor.


 “Fabulosamente narradas, as aventuras cheias de adrenalina só são superadas pelo romance enternecedor.” – The Deseret News

Quem são os deuses que regem os caminhos e descaminhos de Amon e Lily, os corajosos heróis da série Deuses do Egito? Por que esses deuses tramam conquistas e vinganças, envolvendo a humanidade em suas maquinações? E por que deixam nos ombros de alguns jovens mortais a responsabilidade pela salvação do mundo?
Antes que Lily e Amon se encontrassem, antes mesmo que o caos dominasse o cosmos e os deuses precisassem de três irmãos corajosos para combater o mal, muita coisa já estava em jogo. Em O duelo dos imortais, vamos conhecer a história dos quatro irmãos que assistiam, com seus poderes especiais, o grande Amon-Rá no governo da Terra:
Osíris, o generoso deus da agricultura, que ajuda os mortais a crescer e prosperar em seu ambiente natural.
Ísis, a linda deusa da criação, que promove a saúde e o bem-estar.
Néftis, a doce vidente, que mantém o equilíbrio entre os seres vivos e o universo.
E por último Seth, o mais jovem, que cresceu desprovido de poderes e desprezado por todos.
Quando, finalmente, os poderes de Seth se manifestam, que efeito sobre a humanidade terá a perigosa mistura de uma infância marcada pela rejeição.




Com 400 mil exemplares vendidos no Brasil,  Abbi Glines é autora de diversos livros da lista de mais vendidos do The New York Times, do USA Today e do The Wall Street Journal.


River Kipling, mais conhecido como Capitão, está em Rosemary Beach para montar um restaurante de luxo para seu patrão. Dono de um passado sórdido e de um presente misterioso, ele não vê a hora de concluir o trabalho e ir embora da cidade para realizar seu sonho: abrir um negócio próprio à beira-mar num lugar onde ninguém tenha ouvido falar dele.
Mas, quando Capitão conhece Rose Henderson, sua ânsia de partir de repente fica em segundo plano. Há algo na risada dela que é familiar demais, e o modo como ela olha para ele o faz lembrar de alguém importante que perdeu há muito tempo. No entanto, a única coisa que Rose revela é que é uma mãe solteira que trabalha duro para sustentar a filha.
Enquanto tenta desvendar os segredos da linda ruiva de óculos engraçadinhos e curvas estonteantes e entender por que ela mexe tanto com seus sentimentos, Capitão precisa fugir da marcação cerrada de Elle, a ex-namorada que não mede esforços para afastá-lo de Rose. Ao mesmo tempo, tem que encarar os fantasmas de seu passado para se tornar um homem melhor e construir um futuro do qual possa se orgulhar.





Best-seller há mais de 50 anos, com 11 milhões de exemplares vendidos no mundo inteiro, A revolta de Atlas – publicado no Brasil na década de 1980 com o título Quem é John Galt? – desafia algumas das crenças mais arraigadas da sociedade atual. Sua mensagem transformadora conquistou uma legião de leitores e fãs: cada indivíduo é responsável por suas ações e por buscar a liberdade e a felicidade como valores supremos.


Na mitologia grega, o titã Atlas recebe de Zeus o castigo eterno de carregar nos ombros o peso dos céus. Neste clássico romance de Ayn Rand, os pensadores, os inovadores e os indivíduos criativos suportam o peso de um mundo decadente enquanto são explorados por parasitas que não reconhecem o valor do trabalho e da produtividade e que se valem da corrupção, da mediocridade e da burocracia para impedir o progresso individual e da sociedade. Mas até quando eles vão aguentar?

Considerado o livro mais influente nos Estados Unidos depois da Bíblia, segundo a Biblioteca do Congresso americano, A revolta de Atlas é um romance monumental. A história se passa numa época imprecisa, quando as forças políticas de esquerda estão no poder. Último baluarte do que ainda resta do capitalismo num mundo infestado de repúblicas populares, os Estados Unidos estão em decadência e sua economia caminha para o colapso.




“Lisa Kleypas é uma romancista experiente que combina como ninguém os costumes da era vitoriana, uma pitada de humor e um toque da magia do Natal.” – Publishers Weekly


“Um romance esplêndido.” – Booklist
 
O Natal está se aproximando e Rafe Bowman acaba de chegar a Londres para uma união arranjada com Natalie Blandford. Com sua beleza estonteante e o físico imponente, ele tem certeza de que a linda aristocrata logo cairá a seus pés.
No entanto, seus terríveis modos americanos e sua péssima reputação de farrista deixam Hannah, a prima da moça, chocada. Determinada a proteger Natalie, ela vai tornar a tarefa de cortejar a jovem muito mais difícil do que Rafe esperava.
Hannah, porém, logo começa a se importar mais do que gostaria com o rude pretendente da prima. Rafe, por sua vez, passa a apreciar um pouco demais a companhia de Hannah, uma mulher forte e pragmática com um coração doce e gentil. E quando Daisy, Lillian, Annabelle e Evie, quatro amigas inseparáveis que já conseguiram encontrar o homem de seus sonhos, decidem agir como cupidos, quem sabe o que pode acontecer?




Nora Roberts já vendeu mais de 500 milhões de livros no mundo.
 “Outro sucesso de Nora Roberts, que consegue mesclar uma trama sobrenatural a uma bela história de amor, com personagens tão cativantes que será impossível se despedir deles.” – The State


Quando tinham apenas 10 anos, Fox, Cal e Gage libertaram um demônio aprisionado havia séculos ao fazerem um pacto de sangue sobre a Pedra Pagã. O inocente ritual deu poderes sobrenaturais aos três jovens, mas lançou uma terrível maldição sobre Hawkins Hollow: a cada sete anos, a cidade é dominada por atos de loucura, violência e destruição.
Vinte e um anos depois, esses irmãos de sangue começam a enfrentar mais um ciclo de batalhas contra o demônio, que terá seu auge no sétimo mês. Mas desta vez não estarão sozinhos: ao lado do trio de amigos estão Quinn, Layla e Cybil, três mulheres corajosas ligadas a eles pelo destino.

Fox O’Dell, o advogado da cidade, é capaz de ler mentes, um talento que compartilha com Layla Darnell. A conexão entre eles pode se tornar o trunfo de que o grupo precisa para derrotar as trevas que ameaçam engolir a cidade. Porém, Layla está tendo dificuldade em lidar com sua recém-descoberta habilidade e com a forte atração que sente por Fox.



“Para quem algum dia já imaginou o que teria acontecido com seu primeiro amor ou com aquele que você deixou escapar, esta história vai falar direto ao coração. É dolorosamente brilhante.” – The Sun


Ally e Charlotte poderiam ter sido grandes amigas se David nunca tivesse entrado em suas vidas. Mas ele entrou e, depois de ser o primeiro grande amor (e também a primeira grande desilusão) de Ally, casou-se com Charlotte.
Oito anos depois do último encontro, o que Ally menos deseja é rever o ex e sua bela esposa. Porém, o destino tem planos diferentes e, ao longo de uma noite decisiva, as duas mulheres se reencontram na sala de espera de um hospital, temendo pela vida de seus maridos. Diante de incertezas que achavam ter vencido, elas precisarão repensar antigas decisões e superar o passado para salvar aqueles que amam.
Com a delicadeza tão presente em seus livros, Dani Atkins mais uma vez nos traz uma história de emoções à flor da pele, um drama familiar comovente que não deixará nenhum leitor indiferente.






"Já faz bastante tempo que Harlan Coben é um especialista em reviravoltas de nos deixar boquiabertos. Mas em A grande ilusão ele consegue nos fazer cair para trás também. Este livro talvez seja sua maior realização.” – Providence Journal

“A grande ilusão é um romance estelar. Harlan Coben é como um mágico competente que deixa o melhor e mais atordoante truque para o final.” – Publishers Weekly

Maya Stern é uma ex-piloto de operações especiais que voltou recentemente da guerra. Um dia, ela vê uma imagem impensável capturada pela câmera escondida em sua casa: a filha de 2 anos brincando com Joe, seu falecido marido, brutalmente assassinado duas semanas antes.
Tentando manter a sanidade, Maya começa a investigar, mas todas as descobertas só levantam mais dúvidas.
Conforme os dias passam, ela percebe que não sabe mais em quem confiar, até que se vê diante da mais importante pergunta: é possível acreditar em tudo o que vemos com os próprios olhos, mesmo quando é algo que desejamos desesperadamente?
Para encontrar a resposta, Maya precisará lidar com os segredos profundos e as mentiras de seu passado antes de encarar a inacreditável verdade sobre seu marido – e sobre si mesma.




“A imprevisibilidade e o suspense de Kate Morton tornam este livro único.” – People
 

“A casa do lago é uma história grandiosa e cativante, do tipo que já se tornou a marca da autora. Sua escrita progride suavemente, com muitas tramas entrelaçadas, mas atadas com maestria. Este livro nos faz lembrar por que amamos ler.” – Reader’s Digest
 
A casa da família Edevane está pronta para a aguardada festa do solstício de 1933. Alice, uma jovem e promissora escritora, tem ainda mais motivos para comemorar: ela não só criou um desfecho surpreendente para seu primeiro livro como está secretamente apaixonada. Porém, à meia-noite, enquanto os fogos de artifício iluminam o céu, os Edevanes sofrem uma perda devastadora que os leva a deixar a mansão para sempre.
Setenta anos depois, após um caso problemático, a detetive Sadie Sparrow é obrigada a tirar uma licença e se retira para o chalé do avô na Cornualha. Certo dia, ela se depara com uma casa abandonada rodeada por um bosque e descobre a história de um bebê que desapareceu sem deixar rastros.
A investigação fará com que seu caminho se encontre com o de uma famosa escritora policial. Já uma senhora, Alice Edevane trama a vida de forma tão perfeita quanto seu...
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[LANÇAMENTOS] América do Sul sobre rodas - Amanda Richter e Max Fercondini


                   
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MAX FERCONDINI e AMANDA RICHTER trazem para este livro relatos inéditos e divertidos sobre a incrível jornada pela América do Sul a bordo de uma casa rodante.
Após seis meses na estrada e 21 mil quilômetros percorridos, o resultado impressiona pelas fotos produzidas pelos autores, que contaram até com o auxílio de um drone. Cada capítulo detalha situações que foram vividas pelo casal ao longo da expedição com dicas para viajantes, informações úteis, relatos pessoais, receitas deliciosas e bastidores da aventura. Também são
disponibilizados QR Codes (códigos de acesso) que direcionam para os programas exibidos na televisão e cenas inéditas da série homônima.
AMÉRICA DO SUL SOBRE RODAS é um livro que o deixará com vontade de desbravar o quanto antes as terras de nossos queridos hermanos. E Max e Amanda darão uma mãozinha a partir de agora!

Para quem ama viajar, e para aqueles que amam e só falta o detalhe dinheiro oportunidade. Aqui está um livro sobre uma experiencia de mochileiros sobre rodas verdadeira! Com muitas dicas, informações importantes e fotos incríveis esse livro vai ter fazer ter ideias, sonhos e quem sabe se planejar para seguir o exemplo?
Super recomendo! Já até comprei o meu #Apaixonada ♥ 
Obs. Nem sabia que esses atores eram casados! #CasalFofo Fazia um tempão que não via eles, acho que agora descobri o motivo rs. 

Seguem algumas fotos lindas: 














[RESENHA] Três Vezes Nós - Laura Barnett, Editora Novo Conceito




Uma jovem mulher com uma bicicleta quebrada após desviar de um cão. Um homem que ela poderia facilmente ter deixado passar, sem parar, levando consigo uma vida inteira, uma vida que poderia nunca ter sido dela.
Eva Edelstein está no segundo ano do curso de Inglês na Universidade de Cambridge. Ela namora David Katz, estudante e aspirante a ator. A vida de Eva parece bem encaminhada, quando, no campus da universidade, ela conhece acidentalmente Jim Taylor, estudante frustrado de direito.
Há três versões, três realidades diferentes para o futuro de Eva e Jim, dos anos 1950 até os dias atuais.
Se o nosso futuro é uma encruzilhada, gostaríamos de saber qual caminho seguir? E depois, ficaríamos felizes com a nossa escolha?
Três vidas. Três histórias. Três destinos... permeados com traições e ambições, mas também com amor e arte.
Três vezes nós explora a ideia de que há momentos em nossas vidas que poderiam ter sido diferentes e como pequenos fatos ou decisões que tomamos podem determinar o rumo da nossa vida para sempre.

Editora Novo ConceitoAutor:  Laura Barnett | Páginas: 384 | Título: Três Vezes Nós | Gênero:  Romance |   Skoob | COMPRAR |


Para mim este livro foi uma linda surpresa, como podem ter visto na sinopse ele fala de um romance entre um casal, até ai tudo comum, né? Errado, a autora nos apresente três versões diferentes de como esse casal se conheceu, em cada versão uma vida diferente para eles, novos acontecimentos. Este livro nos mostra como um simples andar na rua, esbarrar em alguém, coisas simples pode mudar toda nossa vida. A cada esquina que desviamos uma história poderia ter acontecido, o futuro poderia ser diferente.
A autora Laura Barnett faz uma senhora estreia com esse livro onde nos conta a história de Eva e Jim.
Narrado em terceira pessoa a cada início de capítulo nós ficamos sabendo qual versão da história vai ser contada agora.


 A primeira versão nos mostra o casal se conhecendo através de um acidente de bicicleta, onde dão inicio a um relacionamento, deixando seus atuais namorados.


Na segunda versão temos o mesmo acidente com a bicicleta, mas desta vez eles não se relacionam, Eva prefere não conhecer melhor Jim.



A terceira versão é onde eles também se conhecem no acidente de bicicleta, mas desta vez as coisas não vão dar tão certo como antes, Eva tem uma difícil decisão a tomar.



Durante todo livro, em capítulos alternados vamos conhecendo essas três versões da  mesma história, em ordem cronológica vamos acompanhando suas vidas até estarem idosos.

Eu gostei muito de Três Vezes Nós, achei muito divertido e um bom passatempo, não é nada do tipo épico pelo menos para mim mas foi muito bom enquanto durou.
Fiquei um pouco confusa com ler as três versões intercaladas, as vezes eu me confundia com os acontecimentos. Pensando bem acho que teria sido melhor ler cada versão separadamente.

Em alguns momentos achei a história morna, do tipo que se você não esta acostumado a romances leves e tranquilos não vai gostar. Não se tem grandes e bombásticos acontecimentos, nada que te faça prender a respiração. É como um conto de domingo, tranqüilo para ser ler depois do almoço, numa tarde preguiçosa.
A história é fofa em diversos momentos, emocionante em outros, e você passa alguns instantes de raiva com as decisões dos personagens, principalmente do Jim não shippo ele. 
Foi o primeiro livro que eu li com três versões da mesma história, foi muito diferente, e divertido. Achei a capa muito fofa, bem ao estilo leve, simples e bonito da Novo Conceito.
Laura Barnett nos mostra como nossas escolhas, ainda que as mais simples podem pesar no nosso destino, como cada escolha que fazemos pode alterar toda nossa vida, nosso futuro.

Se soubéssemos qual decisão poderia mudar tudo, o que faríamos?


"No futuro, Eva pensará: Se não fosse por aquele prego enferrujado, Jim e eu nunca teríamos nos conhecido."


 Laura Barnett nasceu em 1982 no sul de Londres. Estudou jornalismo, espanhol e italiano na Universidade de Cambridge. Como jornalista e crítica de teatro, tem feito trabalhos para jornais ingleses importantes, como o The Guardian e o Daily Telegraph. Laura vive em Londres com o marido Andy e seu gato Eno e "Três vezes nós" é o seu primeiro romance.




Obs. Foto linda da capa com essa bicicleta amarela veio do blog Sai da minha lente #Amei



[PROMOÇÃO] 3° Aniversário do blog Malucas por Romances!



Oieee, tudo bem com vocês?
Esse mês é aniversário do blog Malucas por Romances, e nós do blog Falando Sobre Livros fomos convidados para participar dessa festa! :)
O sorteio foi dividido em três kits que é para não assustar ninguém com o tamanho do formulário, então leiam as regras e participem.
Que a sorte esteja sempre ao seu favor!


Regras


  • É necessário residir em território nacional;

  • A promoção ocorrerá do dia 01 de Julho até o dia 31 de Julho;

  • Após o aviso do resultado os vencedores terão 48 horas para responder o e-mail com seus dados para envio do prêmio. Caso não haja resposta dentro do período, será feito um novo sorteio;

  • Os participantes vencedores receberão um e-mail de malucas.romancecontato@outlook.com e terão dois dias para entrar em contato com seus dados para envio do prêmio;

  • O prazo de envio dos prêmios será de 90 dias após a divulgação do resultado;

  • Cada blog é responsável pelo envio do seu respectivo prêmio, ou seja, os prêmios chegarão individualmente e em prazos diferentes;

  • Nós não nos responsabilizamos por problemas com a entrega  do prêmio de nenhum dos blogs participantes;

  • Não nos responsabilizamos por extravios dos correios e endereços incorretos;

  • Não serão aceitos perfis fakes ou utilizados unicamente com fins promocionais;

  • Você precisa preencher pelo menos a parte obrigatória do formulário logo abaixo para está concorrendo aos prêmios. Porém, terão as chances extras que lhe dará mais chances de ser o sorteado.

  • No item visitar a página, é necessário também CURTIR a página.

  •  As capas dos livros apresentadas nos banners são meramente ilustrativas. O livro real pode ser de uma edição diferente.

  • Cruzar os dedinhos e ter muita sorte!





















  • Boa Sorte!

    [LANÇAMENTOS] Editora Rocco em Junho



    Boa tarde leitores! 
    Curtindo o sábado? Sem nada para fazer? Então vamos aproveitar e conferir essas novidades!
    Trago para vocês os lançamentos da Editora Rocco neste mês de Junho. Eu vi um livro sobre Jane Austen que já me aguçou a vontade de gastar *-*
    Para comprar pela Editora clique Aqui


    COMPORTAMENTO ALTAMENTE ILÓGICO, de John Corey Whaley


    Um garoto de 16 anos tímido e retraído que sofre de agorafobia (transtorno de ansiedade que leva a pessoa a evitar locais que não considera seguros); uma menina ambiciosa e realista que sonha em entrar para a faculdade de psicologia. Determinada a provar que merece ser aceita no segundo melhor curso do país, Lisa se aproxima de Solomon para ajudá-lo a superar suas dificuldades, trazendo também seu encantador namorado, Clark, para próximo de sua “cobaia”. Logo, os três formam laços inesperados de amizade. À medida que se conhecem melhor, porém, os planos de Lisa começam a sair de controle, e cada um deles é obrigado a rever suas certezas e encarar seus medos. Será que Sol, Lisa e Clark conseguirão encontrar novos arranjos em suas vidas, servindo de apoio um ao outro na difícil tarefa de encarar a vida adulta que se aproxima?



    Comportamento altamente ilógico, o novo romance do escritor americano John Corey Whaley, é uma história sobre amizade, amor, confiança e superação. O leitor entra na mente de Solomon, um jovem de 16 anos que está há três anos sem sair de casa. Para ele, o mundo lá fora é hostil e ele não pode esperar nada de bom vindo das outras pessoas. Então, para que sair? Para nossa surpresa, ele não parece sofrer com seu problema e está bastante confortável em casa, vivendo com seus pais e curtindo suas séries de TV, como Star Trek: The next generation.

    Lisa entra na vida de Solomon como um furacão. A menina de 17 anos está terminando o Ensino Médio e pretende conseguir uma bolsa integral em Psicologia na universidade, o que significa sair o mais rápido possível da cidadezinha onde vive, na qual se sente aprisionada. Para conseguir a tal bolsa, ela precisa escrever uma redação na qual descreve seu convívio com uma pessoa com transtorno mental. Sua meta é ambiciosa: curar Solomon! Tornando-se sua amiga, ela pretende mostrar a ele que nem todas as pessoas são essencialmente más e querem feri-lo. Se os fins justificam os meios, Lisa irá descobrir mais tarde, principalmente quando envolver Clark, seu namorado, na história.

    Clark é aquele atleta popular de quem todo mundo quer ser amigo. Mas ele está cansado de exercer um papel que despreza: por trás de toda aquela altura e força, está um cara doce e gentil, que não aguenta mais a companhia dos brutamontes de seu time e busca desesperadamente um amigo de verdade. Lisa ama Clark, mas duvida dos sentimentos dele por ela: depois de tanto tempo de namoro, eles ainda não transaram. Sua insegurança aumenta quando ela apresenta Sol a Clark. Os dois embarcam num bromance profundo. Afinal, de quem é o comportamento altamente ilógico? Ao que tudo indica, há mais de uma forma de se esconder do mundo. E, muitas vezes, apenas um amigo é capaz de trazer a verdade à luz.



    JANE AUSTEN ROUBOU MEU NAMORADO, de Cora Harrison


    Baseado nos diários da escritora Jane Austen na adolescência, este divertido romance juvenil é uma história de aventura, mistério, fofocas e, claro, flertes e paixões. Uma das autoras mais queridas em todo o mundo, cujo bicentenário de morte ocorre este ano, Jane Austen (1775-1817) segue arrebanhando uma legião de fãs em pleno século XXI com romances nos quais retrata a sociedade inglesa de sua época com precisão e ironia. Em Jane Austen roubou meu namorado, a escritora irlandesa Cora Harrison recria, para os jovens de hoje, a atmosfera dos livros da própria Jane Austen mesclando ficção e dados reais, a partir dos diários da autora de Orgulho e preconceito. O livro retrata as peripécias amorosas da futura escritora, que já se considerava uma especialista em assuntos do coração, e de sua prima Jenny.



    Espirituosa, inteligente e com um comentário sempre na ponta da língua para qualquer situação, nada passa despercebido a Jane Austen. Ela também é a melhor amiga que alguém poderia desejar. Para sorte de Jenny Cooper, a prima que passou a morar com os Austen depois da perda dos pais. As duas garotas tornam-se inseparáveis. Mas quando os planos perfeitos do casamento de Jenny com Thomas Williams são atrapalhados pelo tutor e irmão mais velho Edward-John, claramente influenciado pela esposa Augusta, as duas amigas precisam encontrar rapidamente uma forma de reverter essa situação.

    Perspicaz como sempre, Jane pensa logo em contar tudo a Elisa de Feuillide, uma parente mais velha e com mais experiência sobre como influenciar Edward-John. Elisa lembra-se de um advogado em Bath, que talvez possa ter uma solução para a independência de Jenny. A menção a Bath deixa as duas meninas alvoroçadas. Afinal, a cidade onde Elisa mora é o sonho de qualquer garota de província, como Jane e Jenny. Bath é grande, desenvolvida e, especialmente, com muitas opções de bailes frequentados por jovens interessantes. Não que conhecer jovens cavalheiros seja um problema para elas.

    A temporada em Bath revela-se uma ótima fonte de histórias, ainda mais depois que a tia Leigh-Perrot passa por apuros na justiça. O leitor fica sabendo de cada detalhe a partir das anotações de Jenny em seu diário. Até mesmo Jane usa o diário de Jenny para guardar observações sobre pessoas interessantes e possíveis enredos. Para compor as personagens, a escritora Cora Harrison foi atrás de documentos e antigas cartas de Jane Austen e sua família. Além de escrever uma história leve e divertida, ela entrega aos jovens fãs de Jane Austen detalhes da vida da aclamada escritora inglesa.


    LEVANA – A RAINHA MAIS BELA – Crônicas Lunares, de Marissa Meyer


    Quem é a verdadeira mulher por trás da fascinante vilã que perpassa as histórias de Cinder, Scarlet, Cress e Winter? Neste spin-off da série de contos de fadas futuristas Crônicas Lunares, a autora Marissa Meyer revela o passado e as motivações de Levana, a cruel rainha que sonha em governar o povo de Luna. Filha mais nova ofuscada pelo brilho e charme da verdadeira herdeira do trono, sua irmã Channary, Levana teve o rosto desfigurado por queimaduras na infância e aprendeu a se camuflar, manipulando todos a sua volta com uma beleza fictícia. Assim, conquistou à força o amor de Evret Hayle, por quem sempre foi apaixonada, tornando-se madrasta de Winter quando ele perdeu a esposa no parto da filha. E seu próximo passo é tomar o trono definitivamente.




    Quem leu a série Crônicas Lunares conhece bem a poderosa rainha de Luna, que controla o planeta com mão de ferro e ambiciona estender seus domínios para a Terra. Mas como ela chegou a esse ponto? Em Levana, a autora Marissa Meyer conta a história da princesa que, ainda jovem, passou a governante de seu povo. Baseada na Rainha Má de Branca de Neve, a protagonista não mede esforços para atingir seus objetivos. A trama começa quando Levana Blackburn está perto de completar 15 anos e se estende por cerca de uma década da vida dela.

    Após o assassinato do rei Marrok e da rainha Jannali, a corte se prepara para coroar a próxima soberana de Luna: Channary, a irmã mais velha de Levana. Bela e cruel, a primogênita da família sempre maltratou a caçula, agredindo-a tanto física quanto psicologicamente. Quando as duas eram crianças, Channary se divertiu usando seus poderes para forçar Levana a se atirar ao fogo, fingindo para os adultos que tudo não passou de um trágico acidente. Por toda a vida, Levana teria que conviver com o resultado da brincadeira mórbida: a jovem princesa passou a evitar espelhos e aprendeu a usar seu dom para mudar a aparência, escondendo do mundo o corpo e o rosto bastante deformados pelas queimaduras.

    Mas o palácio não é só tristeza para Levana. Desde criança, ela é apaixonada por Evret Hayle, um dos guardas reais. Quase dez anos mais velho do que a princesa, Hayle sente carinho por ela e espera ser visto como um amigo, já que é louco pela mulher, Solstice. O problema é que Levana está convencida de que eles foram feitos um para o outro e que seu amor é correspondido. Quando Solstice morre ao dar à luz Winter, filha do casal, Levana vê a oportunidade de realizar seu sonho e acaba usando seus poderes para forçar Evret a se tornar marido dela e mudar-se para os aposentos reais com o bebê.

    Paralelamente, Channary decide que é hora de engravidar. Assim nasce Selene, a herdeira do trono de Luna. Quando a irmã adoece e morre, Levana é designada rainha regente até que a sobrinha complete 13 anos. Mas a nova soberana lunar não está disposta a abrir mão de governar seu povo. Inebriada pelo poder e com plena convicção de que é a única a saber o que é melhor para seus súditos, Levana fará o que puder para manter a coroa em sua cabeça. Fria e calculista, ela passará por cima de qualquer um que estiver em seu caminho. Mergulhe na trama de Marissa Meyer e conheça a história que dá origem às Crônicas Lunares. 


    O GAROTO DA LOTERIA, de Michael Byrne


    Primeiro livro do inglês Michael Byrne, O garoto da loteria é uma história sobre sobrevivência, esperança e amadurecimento. Bully tem 12 anos e, desde que perdeu a mãe, vive nas ruas de Londres. Sua única companhia é a cadela Jack, com quem ele divide a cama improvisada a cada noite e o pouco que consegue para comer no dia a dia. Mas também seu amor e o sonho de conquistar um futuro melhor. Quando encontra um bilhete de loteria premiado, num antigo cartão de aniversário que sua mãe lhe deixou, Bully e Jack embarcam numa dramática jornada para retirar o prêmio. Afinal, em quem confiar quando se é uma criança desamparada que subitamente vira “o garoto da loteria”?





    Primeiro livro do inglês Michael Byrne, O garoto da loteria é uma história sobre sobrevivência, esperança e amadurecimento. Bully tem 12 anos e, desde que perdeu a mãe, vive nas ruas de Londres. Sua única companhia é a cadela Jack, com quem ele divide a cama improvisada a cada noite e o pouco que consegue para comer no dia a dia. Mas também seu amor e, eventualmente, o sonho de conquistar um futuro melhor – embora ele já não consiga imaginar um futuro, vagando a cada dia na tentativa de garantir o mínimo necessário para (sobre)viver. Pelo menos até o dia seguinte.

    Mas o futuro sorri para Bully quando ele encontra, em um dos bolsos do casaco surrado onde carrega toda a sua vida, um bilhete de loteria premiado, dentro de um antigo cartão de aniversário que sua mãe lhe deixou. Depois de perder uma preciosa nota de vinte libras que ganhou de uma senhora para Janks, o “cobrador de impostos” dos mendigos do submundo londrino, Bully mal pode acreditar no que seus olhos veem. Menos ainda quando ele descobre que se trata de um prêmio milionário. E que o prazo para retirá-lo está se esgotando.

    Cinco dias, quatro horas e trinta minutos. Enquanto imagina tudo o que irá fazer com o dinheiro, Bully embarca numa dramática jornada para chegar à sede da companhia lotérica em Watford, provar que é o dono do bilhete premiado e retirar seu prêmio antes que o prazo termine. Mas encontra vários obstáculos pelo caminho. Entre eles, a frase escrita em letras miúdas: “É ilegal para qualquer pessoa com menos de dezesseis anos comprar bilhetes ou coletar prêmios.” Embora possa aparentar ter mais do que seus 12 anos e seja esperto o bastante para perceber que não pode contar seu segredo para qualquer um, Bully sabe que vai precisar de ajuda. Mas em quem confiar quando se é uma criança desamparada que subitamente vira “o garoto da loteria”?

    Será que Bully encontrará alguém para ajudá-lo a conseguir o que é dele sem exigir algo em troca? E mais do que isso, será que ele ganhará o que mais precisa desde que perdeu sua mãe, além do prêmio em dinheiro? Expondo toda a dureza da vida nas ruas e as dificuldades por que passam milhões de crianças nessa situação em todo o mundo, O garoto da loteria é uma aventura emocionante que prende a atenção do leitor da primeira à última página. 


    Meus 15 anos (Edição capa tie-in), de Luiza Trigo



    Em Meus 15 anos, Bia sonha com uma festa de cinema para celebrar seu aniversário. Agora, o seu sonho está prestes a se tornar realidade, literalmente! Segundo livro da carioca Luiza Trigo, Meus 15 anos deu origem ao filme homônimo que estreia nos cinemas de todo o país no dia 22 de junho, com a estrela teen – e autora bestseller – Larissa Manoela no papel principal. Publicado pela Rocco em 2014, o romance ganha uma sobrecapa com o cartaz do filme, que promete arrastar uma multidão de fãs aos cinemas (e às livrarias). 






    Uma festa de cinema! Este era o sonho de Bia, prestes a se tornar realidade em Meus 15 anos. Ela só não esperava que sua grande noite daria um filme – com direito a drama, romance, comédia e ação de tirar o fôlego. Bia é a protagonista do segundo romance da escritora carioca Luiza Trigo, que deu origem ao filme homônimo, com a estrela teen Larissa Manoela no papel principal. Livremente adaptado para as telas, o romance, lançado em 2014, ganha agora uma sobrecapa com o cartaz do filme. Estão todos convidados para a festa mais esperada do ano!

    Afinal, os 15 anos da Bia, a garota mais nerd e distraída do colégio, prometem surpreender muita gente. A começar pela metida e invejosa Jéssica, que logo se empenha em arrumar um jeito de estragar tudo, principalmente quando ela descobre o local da festa: nada menos que o Copacabana Palace. Outro que fica surpreso com a novidade é Thiago, o garoto mais bonito do nono ano e paixão platônica de Bia, até então praticamente invisível aos olhos dele...

    Mas há também o Bruno, o melhor amigo de Bia, aquele com quem ela sempre pode contar – inclusive para ser seu príncipe na cerimônia; e, claro, as amigas inseparáveis Amanda, Roberta, Carol e Priscila, com quem ela pode dividir suas expectativas e inseguranças, alegrias e tristezas antes, durante e depois do grande dia. Ainda bem, pois a limusine estacionada na porta do prédio para levá-la ao Copacabana Palace era só a primeira de muitas surpresas que a noite traria.

    Alternando a narrativa entre os principais personagens, a autora apresenta os diferentes pontos de vista de cada um, o que torna o texto ainda mais dinâmico e divertido. Desde a entrega dos convites até o surpreendente desfecho, não só a protagonista, mas também as melhores amigas, a rival, o amigo que se revela mais que amigo, o garoto popular que se mostra um mané, todos contam um pouquinho dessa história movida a sonhos, paixões, ciúmes, alegrias, decepções e, principalmente, amadurecimento, amizade e amor.

    Apaixonada por filmes, livros e música, Bia queria uma festa de cinema. No livro, repleto de referências à sétima arte – cada capítulo traz o título de um filme com o qual a garotada certamente vai se identificar –, ela acabou virando a estrela do mais importante deles: o filme da sua vida.




    [SESSÃO PIPOCA] 13 Reasons Why - Sem palavras para essa série e sua trilha sonora!


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    Sinopse: Thirteen Reasons Why é narrada por Clay Jensen, um rapaz que ao voltar um dia da escola, encontra na porta de sua casa um misterioso pacote com seu nome. Dentro, ele descobre várias fitas cassetes. O garoto ouve as gravações e se dá conta de que elas foram feitas por Hannah Baker, uma garota que cometeu suicídio duas semanas atrás. Nas fitas, Hannah explica que existem treze motivos que a levaram à decisão de se matar. Clay é um desses motivos. Agora ele precisa ouvir tudo até o fim para descobrir como contribuiu para esse trágico acontecimento.






    “Oi, é a Hannah. Hannah Baker. Não ajuste seu… seja lá o que estiver usando para ouvir isso. Sou eu, ao vivo e em estéreo. Sem promessa de retorno, sem bis e, dessa vez, sem atender a pedidos. Pegue um lanche. Acomode-se. Porque eu vou contar a história da minha vida. Mais especificamente, por que minha vida terminou. E se você está ouvindo essa fita, você é um dos porquês.”

    Atenção! Esse texto contem Spoiler para quem não viu a série

    ''Thirteen Reasons Why'', ou no português, ''Os 13 Porquês'', é uma série original da Netflix baseada no livro de mesmo nome, do autor Jay Asher.
    A história conta sobre Clay Jensen, amigo e crush de Hannah Baker, que recebe uma caixa de fitas onde a Hannah, sua colega na escola, e ex colega de trabalho, deixa gravado os 13 motivos que a levaram a cometer o suicídio duas semanas antes.

    Diferente do livro onde Clay escuta as fitas em uma noite, na série ele leva uma semana inteira para ouvir todas as fitas, isso dele demorar para ouvir as fitas, chega a ser em alguns momentos engraçado pois seus ''amigos'' fica falando, ''você ainda não terminou?'' O Toni, seu único amigo verdadeiro na minha opinião questiona várias vezes a demora do Clay em ouvir tudo, o Alex disse que ouviu tudo duas vezes em uma só noite!
    É claro que ficou muito melhor dessa forma na série, cada episódio uma fita, a cada fita uma descoberta sobre Hannah. Eu concordo com Clay nessa parte onde ele diz precisar de tempo para assimilar as coisas que ouve, eu terminava um episódio atordoada e várias vezes tinha que dar uma pausa, esperar até o dia seguinte para ver o próximo, ou assistir o mesmo episódio novamente, fui um pouco Clay Jensen nisso.

    Por falar em Toni, amigo de Clay, no começo fiquei dividida sem entender os motivos dele e onde ele entrava nisso tudo, porque ele mantinha contato com os pais da Hannah? Mas depois que sabemos os motivos, tudo faz sentido. Gostei muito do último episódio onde ele conversa com os pais da Hannah e se desculpa por ter escondido a verdade deles. Ele foi o único que ajudou Clay, que ficou ao seu lado em todos os momentos.
    Se não fosse pelo Toni, talvez o Clay tenha pulado do penhasco. Ele foi a calmaria em alguns momentos de tempestade.



    Eu simplesmente amei essa série, assim como seu livro. Ver os personagens, dar rosto aos nomes foi simplesmente fantástico. Eu amei o personagem de Clay (e a brincadeira sobre ele ter feito Grey's Anatomy, ele fez um personagem surdo que a Meredith ajudou a voltar a ouvir, para hoje escutar as fitas da filha da Dra. Montgomery, mãe da Hannah na série)





    O ator Dylan Minnette (Clay Jensen) foi incrível, ele deu profundidade ao personagem, fez um, Clay  muito intenso e verdadeiro. Não duvidei nem por um minuto de sua verdade na série, assim como os primeiros episódios ele começou mais leve, e foi ficando cada vez mais tenso, mais triste, mais perturbado por tudo que ele ouvia conforme as fitas foram revelando os acontecimentos, foi tudo muito bem feito, de forma gradativa você fica preso na história. Não foi cansativo, chato ou repetitivo, tinha momentos em que eu ria e chorava. A cada episódio eu me sentia muito como o Clay, ficando mais e mais chocada com tudo que ouvia, mais nervosa, com mais raiva de todos aqueles que contribuíram para a morte de Hannah.



    Um dos momentos mais lindos e tristes foi o de uma mistura de flash back com realidade, na cena onde Hannah assiste Jéssica ser estuprada, e Clay meio que entra na cena do ''que poderia ter sido se ele não tivesse saído do quarto e deixado a Hannah sozinha''.

    " - Eu te amo e nunca vou te magoar. Eu não vou embora, nem agora, nem nunca. Eu te amo, Hannah. - Clay
      - Por que não me disse isso quando eu estava viva? - Hannah"



    Senti cada personagem sendo apresentado como um desfile de criminosos, a  Hannah os chamava dizendo coisas como ''bem vindo a sua fita''.
    Essa série foi muito bem feita e produzida, percebe-se que cada detalhe foi muito bem pensado, a cena do estupro foi tão bem feita, que eu quase acreditei que estava acontecendo, e cena do suicídio foi brilhante, não senti nem por um momento ela sendo romantizada, floreada, nem nada disso, foi muito real, bem feito, mostrando apenas a dor do momento o desespero da família e da própria Hannah que parecia não acreditar na decisão que tomou.

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    As pessoas comentam que a série pode ser um incentivo ao suicídio, mas eu acredito que tudo nessa vida poderia sem considerado um incentivo ao suicídio, quem quer fazer isso a si próprio não precisa de mais incentivos, em tudo que essa pessoa ver, ler e ouvir ele/ela vai ver sinais para que o faça, pois esse desejo não está nas coisas em sua volta, está dentro de si mesmo.



    Acredito que a série verdade poderia ser considerada uma ajuda as pessoas que estão pensando no suicídio, como quando mostra o quanto sua família vai ser destruída por isso. Quem não ficou com o coração partido nas cenas da mãe de Hannah? Sem falar em mostrar para os ''agressores'' da vida real o que pode acontecer devido seus atos. E não estou falando apenas de coisas mais graves como o estupro que Hannah sofre, estou falando das coisas que Zach Dempsey fez, como roubar uns simples bilhetinhos de incentivos, no caso de Hannah, desenhos deixados por Clay na sua caixa do elogio em classe, algo tão bobo, tão inocente, mas que para alguém que estava precisando tanto de um carinho, de uma palavra amiga, uma pessoa que está em depressão, isso pode ser considerado TUDO.


    Um dos momentos mais chocantes é quando Clay esta tão perturbado com tudo que ouve, com o que as pessoas fizeram para Hannah, que ele explode na escola.
    Ele e alguns dos outros alunos que foram os motivos de Hannah estavam encarregados de mostrar a escola para alunos novos, e então ele surta na frente do armário de Hannah gritando bem alto para quem quiser ouvir.

    "Este armário é especial, ele era de uma garota que se matou. Estão vendo todos esses cartaz de "não se mate" nas paredes? Eles não estavam ali antes. Eles foram colocados porque ela se matou. E por que ela fez isso? Por que os jovens daqui a trataram feito merda, mas ninguém admite. Então pintaram os banheiros e fizeram um memorial, porque esta escola é assim. Todos são muito legais até que fazem você se matar. E cedo ou tarde, a verdade virá à tona. Ela vira à tona. Bem-vindos a escola Liberty."

    A série mostra os outros caminhos que a Hannah poderia ter tomado, caminhos que poderiam mudar sua vida, como falar com os seus pais o que estava sentindo, se abrir mais com o Clay, denunciar o estuprador.... Entre tantas outras coisas. Acredito que isso possa ser uma forma de ajuda para quem esta passado por algo parecido, parece o fim, mas você pode pedir ajuda de outras formas!

    A forma como Clay trata Skye (a amiga com tatuagens e meio rebelde)... Ele percebe que ajudar Hannah pode não ser mais possível além de divulgar sua história e acusar o estuprador, mas ali está sua amiga Skye, se cortando quando ninguém vê, com seus próprios problemas para enfrentar.
    Quem não reparou na cena em que o Clay vê os braços de Skye de braços cortados? Em que Skye diz ''não ser covarde como Hannah'', ela é outra Hannah pedindo por ajuda, e Clay percebe isso e vai para ajudar.




    Tem detalhes nessa série que quase não percebemos mas que fazem toda a diferença, como o machucado na testa de Clay no primeiro episódio, ele passa a usar um grande band-aid na testa, como na série temos muitos momentos de flash backs, para acompanhar quando é presente e quando é passado é só ver a testa de Clay, com band-aid, presente, sem band-aid passado. Fazemos essa associação sem nem notar! Uma jogada genial e muito simples da direção/roteiristas.




    Outra jogada para definir o tempo são as cores mais frias, como um leve tom azul sempre que mostramos o passado e cores mais quentes para mostrar o presente.



    Segunda temporada, será?

    Na minha humilde opinião eu não gostaria de uma segunda temporada, por mais que eu esteja curiosa para saber que fins levam os ganchos deixados, essa primeira temporada foi tão perfeita, tão bem feita que não queria correr o risco de vir uma segunda temporada decepcionante o bastante para acabar com o brilho da primeira, igual continuação de filme top em que a continuação fica uma droga, sabem?
    Mas verdade seja dita, a série foi um sucesso e deixou de propósito vários ganchos. Então quem é que iria querer desperdiçar tanto dim dim não fazendo uma segunda temporada com esse sucesso todo da primeira?
    Com certeza não a Netflix, então como se dizia nos velhos tempos...



    Os ganchos:

    - A temporada acabou e não descobrimos o que vai acontecer com todos os que foram os ''motivos de Hannah'' então fica agora a cargo da segunda temporada nos dizer se o mundo fica sabendo sobre as fitas, o que acontece na escola após todos saberem sobre as fitas e descobrirem o que eles fizeram? Hannah vai ter sua justiça?



    -  Os pais de Hannah ganham o processo? Como eles ficam após ouvir as fitas de Hannah? Após saberem os seus 13 porquês...



    Alex Standall!!! ELE DEU UM TIRO NA CABEÇA! Sobreviveu? Deixou fitas também? Uma carta? Fiquei com muita dó dele, deu para perceber que ele se arrependeu do que fez com Hannah. Ele estava muito abalado depois do Clay mostrar para eles que todos eram culpados.




    Justin Foley, para onde ele foi? O que ele fez depois de fugir? Confesso que depois de entender mais sobre sua vida com o passar dos episódios, eu consegui compreender que ele vive seu próprio inferno na terra, a vida dele é uma droga, uma péssima crianção, entendo sua mentalidade de defender seu único protetor Bruce, ele no final até parece arrependido, pelo menos um pouco. Acho que ele é mais do tipo inconsequente que malvado.




    Jessica Davis, como os pais dela reagiram após saberem da verdade? Será que ela contou o que ela fez a Hannah?
    Não achei  Jessica arrependida, ela não estava nem ai para tudo que fizeram a Hannah, não se importou com as atitudes de seu namorado Justin. Ela só se voltou contra os seus amigos após ter certeza de que foi outra vitima. Mas e tudo que Hannah sofreu também?  Jessica chamava a Hannah de mentirosa, desdenhava dela, como pode? Hannah foi sua melhor amiga no começo das aulas e sua morte não significou nada? 


    Tyler Down, esse personagem acredito que vai ser muito explorado na segunda temporada, falaram sobre um ''ataque na escola'' na próxima temporada, não sei se vocês se lembram mas no último episódio, antes de ele ir ao tribunal depor sobre Hannah, Tyler estava guardando armas e munição em um baú com fundo falso no seu quarto, sem falar que ele sofre muito bullying na escola e tem raiva de vários alunos. Acho que tudo isso tem um grande potencial para um possível atentado na escola, não acham?



    Courtney Crimsen, ela mentiu no seu depoimento sobre Hannah, eu particularmente acho ela uma vac@#$, será que ela vai abrir o jogo para seus pais sobre sua sexualidade? Vão descobrir que a perfeita Courtney é uma mentirosa?



    Marcus Cooley, o bom moço da escola, o garoto que faz parte do conselho, que é exemplo para outros alunos, e que por trás disso tudo é um crápula. Ele não realiza na sua vida as boas ações que prega, pelo contrário, pelo que entendi ele é traficante na escola. Ele chama a Hannah para sair apenas para humilhar ela mais um pouco, espero ver sua imagem de mocinho ser destruída numa próxima temporada. 





    Bryce Walker, o que vai acontecer com o riquinho estuprador? Ele vai ter o que merece?



    Sr. Porter, o conselheiro da escola, como foi para ele descobrir que Hannah podia estar viva se ele tivesse prestado mais atenção nela aquele dia? Como foi saber que ele era um dos motivos? Como ele reagiu ao saber do Alex? Será que ele perde o emprego quando descobrem sobre sua fita?



    Como Toni disse em certo episódio, essas fitas foram ''a verdade da Hannah'', coisas que podem ser consideradas sem importância para os outros, foram muito importantes para Hannah, porém as coisas podem não ter sido exatamente como ela nos conta, certo? Correto, porém isso não diminui o que as pessoas fizeram a ela, numa próxima temporada não só podemos ter uma nova tragédia na escola como podemos ver a ''verdade'' de outros personagens sobre essa história, como foi para eles em seu ponto de vista. Ansiosos? 

    Resta dizer que essa série pode não agradar a todos, mas é sobre um tema que precisa ser mais debatido a cada dia, é o famoso falem bem ou falem mau, mas por favor, falem! 
    Eu sofri na escola e aposto que quem estiver lendo já sofreu também, é claro que está é uma série americana, muitas coisas que acontecem é sobre a a perspectiva da realidade nas escolas americanas, que em nada se parecem com as nossas escolas, não precisamos levar tudo ao pé da letra, apenas aproveitar o que for bom de ensinamento e experiencia para nossas vidas. Aprender como nossas palavras, brincadeiras e gestos podem influenciar positivamente ou negativamente na visa de outras pessoas. Devemos medir melhor nossos atos.

    Como Clay diz, "Tem que melhorar, a maneira com que tratamos uns aos outros, com que olhamos uns para os outros. De alguma forma temos que melhorar."



    Quase esqueço de comentar sobre a trilha sonora! Um crime pois essa trilha foi um casamento perfeito com toda a série, baixei as músicas para o celular e só de ouvir identifico as fases do que acontece na história.

    Selena Gomez é uma das produtoras da série e criou duas músicas para a trilha sonora: a sua versão inédita de “Only You” (cover do Yazoo) e uma versão lentinha e acústica para o hit “Kill ‘Em With Kindness”. Um pop lento ao mesmo tempo lindo e triste que deixa você sentindo tudo mais intensamento. 


    Selena Gomez – Only You



    The Cure – Fascination Street


    Joy Division – Love Will Tell Us Apart





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